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quarta-feira, 7 de março de 2018

COLUNA OPINIÃO DE MULHER COM A ENFERMEIRA E PROFESSORA UNIVERSITÁRIA NAYARA SOUZA



FRÁGEIS NÃO, DE FORÇA E CORAGEM!

No próximo dia 8 de Março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Gostaríamos de em nossa coluna homenagear todas as nossas leitoras através de uma reflexão sobre a grande valia que temos para construção de nossa sociedade. A data comemorativa é um símbolo das conquistas efetivadas pelas mulheres no século XX. A ideia de criar o Dia Internacional da Mulher surgiu no final do século XIX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto de lutas femininas, por melhores condições de vida e trabalho, assim como o direito ao voto. Durante a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, em Copenhaga, em 1910, a líder socialista alemã, Clara Zetkin trouxe como proposta a criação de uma data para celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras.

Diferentes datas passaram a ser adotadas por diversos países para fazer menção dessas lutas. O movimento Internacional Socialista instituiu o dia 8 de Março como Dia Internacional da Mulher, sendo em seguida adotada também pela Organização das Nações Unidas – ONU. Um incêndio ocorrido na fábrica da Triangle Shirtwaist em Nova York, em 25 de Março de 1911, causou a morte de 123 mulheres e 23 homens, contribuindo posteriormente, para a especificação de critérios mais rigorosos sobre as condições de segurança no trabalho. Sendo também um mecanismo para referência das lutas trabalhistas das mulheres, já que na ocasião, a maioria dos óbitos foram de mulheres, reforçando as discussões da época.

A história da inserção das mulheres no contexto social é marcada por muitas batalhas e conquistas. Em diferentes civilizações, podem-se enxergar as resistências para garantia de seus direitos. Que possamos na atualidade, não limitar a figura feminina por um gênero estereotipado pelos padrões esperados. Que cada mulher consiga ocupar o espaço que a compete, sem discriminações. Quer seja em seus lares ou trabalhos, quer seja em qualquer instância da sociedade. Que a sua força não seja medida pelo preconceito. Afinal, somos aquelas que atuam desde a gerar uma vida dentro de si, até governar uma nação. Somos exatamente o que quisermos/propusermos ser. E nos perdoem os que nos julgam frágeis, mas somos mulheres de muita força e coragem.

Essa foi minha opinião de mulher de hoje. Participe conosco enviando suas dúvidas, questionamentos e sugestões para dra.nayarasousa@hotmail.com.