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ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

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LOTEAMENTO NOVO HORIZONTE

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sábado, 3 de outubro de 2020

COLUNA CLUBE DO FILME COM MARY QUEIROZ



REI LEÃO



Mais uma adaptação em “live action” produzida pela Disney, entrando no quesito de adaptações deste tipo. “live action” está entre aspas, porque na verdade, o filme foi produzido totalmente em CGI, o processo de computação gráfica, o qual vem revolucionando o mundo do entretenimento. E esse Rei Leão, chegou ao seu extremo de perfeição e qualidade.

O filme, conta a história de Simba (Donald Glover), que é um jovem leão cujo destino é se tornar o rei da selva. Entretanto, uma armadilha elaborada por seu tio Scar (Chiwetel Ejiofor) faz com que Mufasa (James Earl Jones), o atual rei, morra ao tentar salvar o filhote. Consumido pela culpa, Simba deixa o reino rumo a um local distante, onde encontra amigos que o ensinam a mais uma vez ter prazer pela vida.

Em 1994, estreava nas telas dos cinemas, a animação da Disney O Rei Leão, um filme muito criticado e com poucas expectativas por parte da crítica. Para a surpresa destes críticos, a produção caiu no gosto do público tornando-se uma das maiores bilheteria daquele ano, arrecadando em todo o mundo US$ 987 483 777.00. Era muito dinheiro para uma produção com o custo de apenas US$ 45 milhões. Teve ainda mais duas sequencias lançadas direto para home-vídeo, além de 2 séries para tv e uma adaptação teatral na Broadway. Muito deste sucesso se deve ao carisma dos personagens, em especial, ao suricati Timão, e o javali Pumba, personagens engraçadíssimos que encantaram crianças e adultos. Passados 25 anos, O Rei Leão retornou as telas em 2019, desta vez em um remake totalmente em computação gráfica, considerado por muitos, um “live action”, tamanha perfeição de todos os animais e cenários que compõem o filme. A Disney já vinha apostando e acertando nesse tipo de produção. Grandes sucessos como Cinderela, Malévola, Mogli, O Menino Lobo, A Bela e a Fera e os mais recentes Dumbo  e Aladdin, servem pra demonstrar que  a Fábrica de Sonhos, novamente vai encher seus cofres com montantes e mais montantes de dinheiro, provando mais uma vez, que sabe como lucrar.

 Ao comparar a animação com a refilmagem, podemos perceber que acertaram e fizeram uma obra fidedigna a animação de 1994, com pequenas modificações quase imperceptíveis ao mais atento espectador. Cada cena foi bem produzida quadro-a-quadro, nós acreditamos que tudo mostrado é de fato, real. Textura, sombra, fotografia, os mínimos detalhes não foram esquecidos pela equipe de produção.  Jon Favreau mostrou ser um diretor que possui sensibilidade ao reproduzir fielmente a trama do leãozinho que vira Rei, até porque ele é um grande fã da animação e respeitou toda a trama do roteiro. O filme só peca quando deixa os animais sem expressividade em muitas cenas que há a necessidade de demonstrar emoções. Isso é até compreensivo, já que ao tentar ser fiel demais, afim de tentar passar veracidade ao extremo, acaba deixando a fantasia de lado, e por  se tratar de um drama onde um filho sente-se culpado pela morte do pai, era esperado  uma dose excessiva de dramaturgia, a qual falta nos momentos mais tensos do filme.

A dublagem brasileira certamente vai agradar, pois está bem sincronizada, e ao se tratar de um drama-musical, as músicas cantadas na versão brasileira, ganharam uma nova roupagem em termos sonoros e como são interpretadas por dubladores que não participaram do primeiro filme, vale muito a pena assistir. A empolgação é tanta que depois de assistir este filme, bate aquela vontade incontrolável de rever a animação, pra poder comparar e decidir qual versão é a favorita.  Ao fazer isso, só resta concordar que ambos são fenomenais. O Rei Leão diverte, emociona e encanta dentro da proposta de entreter o público na história, pois ele fala a linguagem do seu público alvo que são as crianças, mas muitos adultos, fãs da animação, vão assistir novamente, seja  pelo saudosismo ou pela importante mensagem que os personagens transmitem, valores familiares, responsabilidade, amizade e qual o lugar de cada um no mundo. No fim, é um ótimo filme, mas  animação continua imbatível e será sempre minha preferida.

PROGRAMA CLUBE DO FILME

 


Neste sábado, 13h, na Rádio Cultura do Nordeste, tem o seu programa de cinema CLUBE DO FILME. Comandado por Edson Santos e Mary Queiroz.

O programa debate o tema "Reabertura dos Cinemas, Vai Encarar?"

Convidados: Carlos Henrique (Advogado) e Ailton Jr. (Praticante de Swordplyay).

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