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ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

COLUNA DO DELEGADO LESSA

 


Violência contra a mulher: um grito de todos

Humilhação, xingamentos, socos, tapas, empurrões. Essa é a realidade vivenciada nos relacionamentos de 03 em cada 05 mulheres brasileiras, de acordo com uma pesquisa do Instituto Avon. A violência contra a mulher é uma das mais graves facetas da desigualdade. Diante da gravidade deste cenário, o Estado precisa estar fortalecido para enfrentar esse tipo de crime, punindo os agressores e tratando das vítimas.

Ontem (10) foi o Dia Nacional Contra a Violência à Mulher. A data remete ao movimento de mulheres que, em 10 de outubro de 1980, se reuniu nas escadarias do Teatro Municipal em São Paulo para protestar contra os crescentes casos de crimes contra a população feminina. Mais de 40 anos depois, a mulher ainda é vítima de violência – física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Nos últimos anos, muito tem se falado sobre o assunto, e esse debate precisa ser acompanhado de políticas públicas sérias e responsáveis. Uma conquista é a Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, a qual é reconhecida internacionalmente como um mecanismo coibidor de violência doméstica e familiar.

No cenário regional, estamos lutando pela estruturação da nova Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Caruaru (DEAM). Há mais de 20 anos, a unidade funciona em um prédio alugado no Bairro São Francisco, cujas condições estão aquém das atuais necessidades. O novo local será na Avenida Portugal, próximo à Vara da Mulher, com um ambiente humanizado e acolhedor. R$ 785.600,92 foram destinadas de nossas emendas parlamentares para a execução dos trabalhos na unidade, que estão previstos para serem concluídos em dez meses.

Promovendo mudanças que vão além da retórica, buscamos romper com estruturas de sujeição das mulheres. É preciso cuidar, sobretudo dos mais vulneráveis, no sentido de construir uma sociedade mais justa e segura. Não podemos aceitar que a população feminina deixe de gozar plenamente seus direitos. A violência contra a mulher é um grito de todos nós.

Violência contra a mulher: um grito de todos

Humilhação, xingamentos, socos, tapas, empurrões. Essa é a realidade vivenciada nos relacionamentos de 03 em cada 05 mulheres brasileiras, de acordo com uma pesquisa do Instituto Avon. A violência contra a mulher é uma das mais graves facetas da desigualdade. Diante da gravidade deste cenário, o Estado precisa estar fortalecido para enfrentar esse tipo de crime, punindo os agressores e tratando das vítimas.

Ontem (10) foi o Dia Nacional Contra a Violência à Mulher. A data remete ao movimento de mulheres que, em 10 de outubro de 1980, se reuniu nas escadarias do Teatro Municipal em São Paulo para protestar contra os crescentes casos de crimes contra a população feminina. Mais de 40 anos depois, a mulher ainda é vítima de violência – física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Nos últimos anos, muito tem se falado sobre o assunto, e esse debate precisa ser acompanhado de políticas públicas sérias e responsáveis. Uma conquista é a Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, a qual é reconhecida internacionalmente como um mecanismo coibidor de violência doméstica e familiar.

No cenário regional, estamos lutando pela estruturação da nova Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Caruaru (DEAM). Há mais de 20 anos, a unidade funciona em um prédio alugado no Bairro São Francisco, cujas condições estão aquém das atuais necessidades. O novo local será na Avenida Portugal, próximo à Vara da Mulher, com um ambiente humanizado e acolhedor. R$ 785.600,92 foram destinadas de nossas emendas parlamentares para a execução dos trabalhos na unidade, que estão previstos para serem concluídos em dez meses.

Promovendo mudanças que vão além da retórica, buscamos romper com estruturas de sujeição das mulheres. É preciso cuidar, sobretudo dos mais vulneráveis, no sentido de construir uma sociedade mais justa e segura. Não podemos aceitar que a população feminina deixe de gozar plenamente seus direitos. A violência contra a mulher é um grito de todos nós.