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O homem suspeito de matar a mulher trans Lorena Raissa Souza Sales, de 25 anos, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco nesta terça-feira (28), em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Lindomar da Silva Pereira, tatuador, de 30 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e é investigado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.


A captura foi realizada por policiais civis da 2ª Delegacia de Garanhuns, sob o comando do delegado Renato Queiroz. Após ser localizado, o suspeito foi conduzido à unidade policial, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão.


As investigações foram iniciadas após o corpo de Lorena Raissa ser encontrado, no último dia 22, nas águas do Açude Novo, localizado na zona rural de Garanhuns. Durante a apuração, os investigadores realizaram diversas diligências e colheram depoimentos que contribuíram para o avanço do caso.


De acordo com a Polícia Civil, durante o interrogatório, Lindomar confessou ter assassinado a vítima por asfixia e, em seguida, ocultado o corpo e objetos pessoais dela. A confissão, segundo a investigação, foi corroborada pelos elementos constantes no Boletim de Identificação de Cadáver e pelos demais depoimentos reunidos no inquérito.


Com base na materialidade do crime e nos indícios de autoria, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, que foi deferida pelo Poder Judiciário. O investigado permanece recolhido e à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem para a conclusão do inquérito.


Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco reafirmou o compromisso com a elucidação de crimes contra a vida e destacou que seguirá atuando de forma técnica e célere para responsabilizar os autores de crimes dessa natureza.

 
 


O delegado chefe da 20ª Delegacia de Homicídios de Caruaru, Dr. Márcio George, esclareceu nesta terça-feira (28), que o elemento preso nesta segunda-feira pelo efetivo do Tático do 4º BPM, Wesley Diego Ferreira da Silva, de 33 anos, participou do primeiro homicídio e na manhã seguinte voltou ao local e matou o seu comparsa. Ele foi preso portando um revólver calibre 38 com seis munições intactas.




De acordo com o delegado o Wesley estava cumprindo pena no presídio de Canhotinho, fugiu do presídio e cinco dias depois ele e o Renato José de Oliveira, de 39 anos, mataram na noite do dia 16 desse mês, Guilherme Daví da Silva, de 18 anos, que foi assassinado com vários tiros na Rua do Degredo, no bairro Centenário. Wesley estava cumprindo pena por ter cometido um duplo assassinato no ano de 2018 também no bairro Centenário.




Por volta das 7 e meia da manhã da sexta-feira, dia 17, o ex-presidiário, Renato José de Oliveira, de 39 anos, voltou a cena do crime na companhia do comparsa, Wesley Diego e não se sabe ao certo qual a motivação, matou o comparsa com três tiros. O delegado disse que acredita em queima de arquivo, porém o indivíduo que negou ter cometido o crime anterior, confessou ter matado o Renato e alegou ter sido rixa antiga. Segundo o delegado os dois foram contratados para matarem o Renato a mando de um traficante que comanda o tráfico no Morro Bom Jesus e o Renato recebeu a quanto de 500 pelo serviço e o Wesley pode ter ficado insatisfeito com a partilha.


O elemento será apresentado na audiência de custódia e depois será encaminhado para a Penitenciária Juiz Placido de Souza, onde permanecerá a disposição da juíza da Vara do Júri.

 
 
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