TEFNET

ERGO 30

ERGO 30

ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

VIP

VIP

CLÍNICA SEMPRE SAÚDE

CLÍNICA SEMPRE SAÚDE

DONA MACAXEIRA

DONA MACAXEIRA

AGRESTE CENTRAL PERNAMBUCO

NORDESTE RASTREAMENTO

NORDESTE RASTREAMENTO

FARMÁCIAS MAURÍCIO

FARMÁCIAS MAURÍCIO

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

COLUNA HORA DA CIDADANIA COM O DELEGADO ERICK LESSA


A PROVA DA REDAÇÃO DO ENEM.

Levando em consideração que quase 7 milhões de brasileiros e brasileiras prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ontem e no próximo domingo cumprirão a segunda etapa desse importante instrumento de avaliação para ingresso em grande parte das universidades públicas de nosso, abordaremos esse importante assunto, na coluna de hoje.

Se não bastasse a relevância do assunto, mais uma vez o ENEM (redação) foi parar nos tribunais para regular uma questão relacionada a direitos humanos, já que o poder judiciário entendeu, através do STF, numa decisão da ministra presidente da corte suprema Carmem Lúcia, que não deve ser zerada a prova que atingir os direitos humanos, após uma ação da Procuradora Geral da República (PGR) Raquel Dodge, que solicitava exatamente o contrário.

O tema da redação do ENEM desse ano foi: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil". A prova teve quatro textos motivadores diferentes. Um deles incluiu dados sobre o número de alunos surdos na educação básica entre 2010 e 2016. Outro apresentou um trecho da Constituição Federal afirmando que todos têm direito à educação. Um terceiro mostrou aos candidatos uma lei de 2002, que determinou que a Língua brasileira de sinais (Libras) se tornasse a segunda língua oficial do Brasil, e por fim, um anúncio do Ministério Público do Trabalho que abordou um quarto aspecto da questão: o fato de surdos seguirem excluídos por causa do preconceito, mesmo que tenham a formação educacional necessária para entrar no mercado de trabalho.

Entendemos como muito válido o tema abordado já que entra numa discussão, que na maioria das vezes é deixada de lado, que é a inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência seja física ou mental, no mercado de trabalho, onde tais indivíduos, inclusive os mencionadas pelo exame, são tão competentes e hábeis no desenvolvimento de suas capacidades e atribuições, quanto as outras pessoas, que não possuem qualquer tipo de deficiência, principalmente pela concentração, foco e quando uma pessoa possui algum tipo de deficiência, acaba por aguçar ainda mais os outros sentidos, habilidades e competências para desenvolver as tarefas.

Que os professores fiquem atentos para instruir nossos alunos nesse tipo de abordagem; que o MEC continue provocando nossa juventude a discorrer sobre temas sociais, como o desse ano; e que os governantes se preocupem efetivamente com o mercado de trabalho, para pessoas com algum tipo de deficiência.

Fica a reflexão. Esteja atento à próxima edição da coluna Hora da Cidadania, que é divulgada todas as segundas-feiras. Você pode dar sugestão de temas, fazer críticas e elogios através do e-mail: ericklessa04@gmail.com.

MASCARENHAS PNEUS