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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

CASO MARIO CELSO: JULGAMENTO DE MARIA PAULA SERÁ NESSA QUINTA-FEIRA (03/11)

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Após 17 anos do crime que tirou a vida do empresário caruaruense Mário Celso, o julgamento da defensora pública Maria Paula Cavalcante, ocorre nessa quinta-feira (03/11) em Caruaru. Ela é suspeita de ser mandante do assassinato marido, que também era advogado. Por várias vezes o julgamento foi adiado, sendo a última vez em 2013, quando o advogado da acusada conseguiu uma medida cautelar para adiar o julgamento.
O CRIME – o crime aconteceu no dia 20 de setembro de 1999. De acordo com as investigações da Polícia Civil, Maria Paula e o pistoleiro José Aelson foram indiciados junto com o taxista Luiz Vieira, a mãe de santo, Maria Aparecida de Menezes e Ednaldo Cavalcante da Silva, amigo de Luiz. Ao ser preso, José Aelson confirmou a participação no crime e apontou a mãe de santo, Maria Aparecida, o taxista e a defensora pública. Os acusados receberiam aproximadamente R$ 5 mil pelo homicídio.
A polícia descobriu o esquema após rastrear com autorização judicial as ligações telefônicas de Maria Paula. Ficou constatado que a maioria das chamadas partiu do celular da mãe de santo, um total de 157 telefonemas de Maria Paula para Maria Aparecida e vice-versa, todos no período de três semanas após o assassinato.
O crime teve bastante repercussão em Caruaru na época, uma vez que o casal era muito conhecido. O advogado e empresário do setor imobiliário Mário Celso de Oliveira, tinha 50 anos a época e foi secretário de Transportes durante a 1ª gestão De José Queiroz, como prefeito de Caruaru. Maria Paula era defensora pública do juizado de pequenas causas da cidade.
MOTIVAÇÃO – O crime aconteceu por volta das 18h em frente à residência do casal, no bairro Maurício de Nassau. Mário Celso foi surpreendido quando retornava do trabalho com a mulher e o filho mais velho, que na época, tinha apenas 12 anos. Ao estacionar o carro na garagem, ele foi atingido por três tiros e morreu na hora. Enquanto isso, Maria Paula já havia descido do carro e deixado o filho dentro de casa. Familiares de Mário Celso afirmam que a defensora pública planejou o crime para herdar os bens do advogado. Na época, a família de Mário Celso possuía uma empresa imobiliária na cidade e estaria herdando um terreno de 30 hectares no Distrito Industrial, em Caruaru.

CONDENAÇÕES – A mãe de santo, Maria Aparecida de Menezes, que esteve envolvida no homicídio, foi condenada a 24 anos e seis meses de prisão. Além de Maria Paula, outros três acusados pela polícia de envolvimento no crime, seguem respondendo pelo processo em liberdade. O autor dos disparos que vitimou Mário Celso, José Aelson dos Santos, foi julgado e condenado. No entanto, após cumprir um terço da pena, recebeu a liberdade condicional e foi assassinado. O crime aconteceu no dia 15 de setembro de 1999.


Fonte: Blog do Mário Flávio.