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quinta-feira, 28 de abril de 2016

POLÍCIA CIVIL DEFLAGRA OPERAÇÃO E PRENDE DOIS ACUSADOS DE LATROCÍNIO EM TORITAMA.


José Ricardo.
"Comunidade"

A Delegacia de Polícia Civil de Toritama, deflagrou na manhã desta quinta-feira (28), a “Operação Ligna” que resultou no cumprimento de dois mandados de prisões temporárias em desfavor de: José Ricardo do Nascimento Barbosa, de 22 anos e Antony Neves de Lima, vulgo “Comunidade” de 41 anos, que moram no Loteamento Moriah, em Toritama.

O delegado do Brejo da Madre de Deus, Dr. Victor Leite, que responde interinamente pela delegacia de Toritama, ressaltou o belíssimo trabalho investigativo dos policiais de Toritama, que desde o ano passado tem se empenhado para concluir as investigações desse caso, que teve como vítima, o autônomo, Jadilson de Souza Cardeal, que era conhecido por “Macaxeira” que foi brutalmente assassinado no dia 06 de agosto do ano passado e esse foi um crime de grande repercussão na cidade, pois os acusados beberam com a vítima e a viram portando a quantia de R$ 1.200.
"Macaxeira" foi morto as margens da PE 90.
Os dois imputados se juntaram com mais quatro elementos, quebraram uma cama e a mataram usando os pedaços de madeira como armas. Eles negam qualquer participação na morte da vítima, no entanto os investigadores encontraram os pedaços de madeira sujos de sangue na casa do “Comunidade” que estava trancada e obtiveram informações de testemunhas oculares que disseram terem visto os dois imputados arrombando a casa do cidadão que vendia macaxeira na cidade e era uma pessoa muito bem quista.


Em relação ao nome de Operação “Ligna” o delegado informou que foi porque esse é o nome de madeira no Latim e o nome foi escolhido pelo fato da vítima ter sido morta com pedaços de madeira e quanto aos outros quatro acusados o delegado afirmou que eles já foram qualificados e poderão ser presos a qualquer momento. Após serem ouvidos José Ricardo e “Comunidade” foi submetidos a exames de corpo delito e foram recolhidos ao presídio de Santa Cruz do Capibaribe e como se trata de prisões temporárias que tem validade de 30 dias, prazo que poderá ser prorrogado por mais 30 dias, o delegado falou que é um prazo suficiente para a conclusão do inquérito.