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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

COLUNA DO DELEGADO LESSA




Os desafios do Polo de Confecções

Insegurança, falta d’água, problemas de infraestrutura, baixos investimentos em educação e qualificação profissional. Esses são os principais gargalos do Polo de Confecções do Agreste. O setor movimenta R$ 5,6 bilhões por ano, mas os números poderiam ser ainda maiores se fossem realizados mais investimentos por parte do poder público, melhorando o ambiente para o empreendedorismo.

Caruaru como um município estratégico do Polo, produzindo 30% de toda a cadeia têxtil do estado. Porém, a informalidade ainda é um desafio a ser enfrentado. Quase 70% das produções são informais na Capital do Agreste.

A Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo (CDET) da Assembleia Legislativa, da qual sou presidente, tem adotado medidas no intuito de vencer os desafios e elevar ainda mais o nosso Polo de Confecções. Entendemos que o setor é uma matriz econômica do estado. Temos cumprido nosso papel junto em prol da gestão compartilhada do Fundo de Desenvolvimento da Cadeia Têxtil (Funtec). A partir de audiências públicas e articulação junto aos órgãos responsáveis, estamos buscando a implementação de atividades alinhadas às necessidades dos agentes do setor. Questões fiscais e tributárias do Polo têm sido debatidas com entidades como a Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic) e órgãos do Governo do Estado.

Além disso, na condição de coordenador-geral da Frente Parlamentar de Segurança Pública, estamos empenhados em procurar formas de diminuir a insegurança do sulanqueiro e do comprador, principalmente nas rodovias que cortam o Polo. O desenvolvimento econômico e social de nossa cidade e do nosso estado passa pelo Polo de Confecções do Agreste, e lutar por melhores condições de vida para as famílias pernambucanas depende de cada um de nós.