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ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

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quinta-feira, 28 de julho de 2022

POLÍCIA CIVIL PRENDEU ASSASSINO DO FILHO DE J. BORGES EM BEZERROS

 


A equipe da delegacia de Bezerros prendeu na manhã desta quinta-feira (28), Jandeilson Bezerra de Lima, vulgo “Latrô” de 29 anos, que estava com um Mandado de Prisão Preventiva em aberto que tinha acabado de ser expedido. Ele foi preso em casa e encaminhado para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru. Ele havia sido preso na manhã de ontem pelo Polícia Militar, mas foi liberado porque ainda não tinha Mandado de Prisão.


Na tarde desta quinta-feira foi realizada uma coletiva de imprensa no auditório da DINTER 1 – Diretoria Integrada do Interior 1 da Polícia Civil, onde o delegado titular de Bezerros, Dr. Patrick Marinho; a Delegada Regional da 14ª DESEC, Dra. Luciana Almeida e o Comandante do 4º BPM, Tenente-Coronel Adriel.


Da última sexta-feira para amanhecer o sábado, o acusado matou, José Enerson Rufino, que era conhecido como “Mei” de 30 anos, que era filho adotivo do xilogravista J. Borges. “Mei” foi morto a facadas no distrito industrial de Bezerros e o corpo só foi encontrado na manhã do sábado ao lado do seu veículo.


O Delegado de Bezerros, Dr. Patrick Marinho, confirmou que o assassino matou a vítima por ter lhe negado uma dose de cachaça, que a vítima estava num barzinho bebendo com alguns amigos, que o assassino foi lá pedir uma dose de cachaça, mas o “Mei” negou e ainda agrediu o assassino com a ajuda de um amigo, nisso o Jandeilson foi em casa, se armou com uma faca-peixeira e voltou para o bar, onde obrigou o “Mei” a entrar no carro da vítima e ir com ele num determinado local, colocou o amigo da vítima dentro da cabine e obrigou outro a subir na carroceria e no trajeto esse amigo que estava na carroceria conseguiu escapar e fugiu, o outro também conseguiu escapar, já o “Mei” entrou em luta corporal com o assassino que o matou a sangue frio e voltou para casa a pé. O vulgo do acusado de “Latrô” é porque no ano de 2018 ele matou um rapaz para roubar um botijão de gás e esse vulgo é uma referência ao crime de latrocínio, que é quando se mata para roubar.