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ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

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domingo, 14 de fevereiro de 2021

COLUNA OPINIÃO DE MULHER COM A ENFERMEIRA E PROFESSORA UNIVERSITÁRIA NAYARA SOUSA

 


UM CARNAVAL ATÍPICO

 Chegou um dos períodos de maiores aglomerações em nosso país, o Carnaval. Embora não seja um feriado oficial, a tradição é que seja considerado como se fosse. Em geral, as pessoas que gostam das festividades buscam cidades para aproveitarem a “folga estendida” e curtirem o momento com familiares e amigos. Outros, investem o tempo ofertado em retiros espirituais ou simplesmente, para descansar da rotina.

Esse ano o nosso carnaval será totalmente diferente. Ainda em plena pandemia, diante de uma segunda onda, com o surgimento e disseminação de variantes do vírus.

Nessa última quinta-feira (11), o consórcio de veículos de imprensa divulgou um novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Segundo o levantamento, o país registrou 1.452 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, a maior marca desde 29 de julho, chegando ao total de 236.397 óbitos desde o começo da pandemia.

No Carnaval de 2020, já existia um alerta mundial do potencial devastador do Coronavírus, e mesmo assim se optou vivenciar as festividades como “se não houvesse amanhã”. Talvez, estejamos pagando esse preço até hoje. E que preço!

É extremamente importante que a população não baixe a guarda nesse momento. A autorresponsabilidade deverá ser reforçada, pois embora tenhamos iniciado o processo vacinal, este ainda permanece aquém de sua efetividade e finalização. Destacamos que manter o distanciamento social, lavar as mãos e utilizar máscaras, continuam sendo as medidas mais eficazes até que alcancemos uma imunidade coletiva.

Essa foi minha Opinião de Mulher de hoje. Me acompanhe nas redes sociais. Instagram: @nayara_gsousa e Facebook: Nayara Sousa