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ARTESÃO AZIVAN GALVÃO

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

COLUNISTA MARY QUEIROZ - CLUBE DO FILME



A partir de hoje, eu, Mary Queiroz, estarei interagindo e os mantendo informados nesta coluna sobre os principais assuntos referentes ao universo do cinema. Atualmente, Caruaru conta com um programa de cinema único  e que estar no ar a quase 20 anos todos os sábados a partir das 13h pela Rádio Cultura do Nordeste. O Clube do Filme aborda os mais diversos aspectos da Sétima Arte e é apresentado por Edson Santos, no qual também tenho uma participação.

Agradeço a Adielson Galvão, o espaço me concedido e por esta oportunidade em estar aqui divulgando um pouco do meu conhecimento sobre cinema, que além de ser minha paixão, é uma excelente forma de lazer e cultura para qualquer  o espectador.


Sonic: O Filme

Divertido e simplesmente envolvente, é assim que a aventura live-action de Sonic se apresenta nos cinemas

Já estamos acostumados com as polêmicas sobre filmes que adaptam franquias de videogame. Em sua maioria, todos costumam ser criticados, porque os fãs dos games querem um projeto fidedigno quando o quesito é traduzir a história de um determinado universo do jogo para as telonas, e Sonic: O Filme além deste fato, ainda enfrentou uma rejeição gigantesca quando sairam as imagens do primeiro trailer em abril de 2019.  Seu visual humanizado não agradou de forma alguma, fazendo com que a Paramount adiasse a data de estreia pra refazer o personagem.

Agora quando finalmente Sonic: O Filme, estreou, está fazendo sucesso. e graças aos apelos dos fãs atendidos, podemos conferir nas telonas, o ouriço azul com um visual bem mais atrativo e cativante.

 O filme segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo.

Sonic depois de provocar um apagão, passa a ser procurado, fazendo-o  fugir  para esconder seus poderes, pois pra sua segurança, ninguém pode saber de sua existência. É claro que isso é meio complicado pois assim que Sonic passa  a contar com a ajuda de Tom, seu único e novo amigo, começa a querer curtir a vida e fazer algumas travessuras pra se divertir e nestes momentos, o espectador pode conferir algumas cenas recheadas de ação, como uma briga de bar protagonizada pelo ouriço e Tom e uma perseguição de carro, aproveitadas também pra explorar um pouco mais o potencial dos poderes do Sonic.

O roteiro desenvolvido é simples, objetivo e bem dinâmico. Facilmente nos mostra a origem de Sonic e como seus poderes se manifestam, conseguindo cativar o espectador nos primeiros minutos do longa, pois sutilmente a gente sente a  combinação da personalidade de Sonic com o clima despretensioso do filme, que se aproveita do potencial do próprio personagem pra abordar assuntos relevantes  como o valor de uma amizade  verdadeira, a importância de fazer parte de uma família e se sentir protegido e amado.

No quesito de atuação, a interpretação de Ben Schwartz completa o personagem Sonic, dando a ele uma pegada de bom humor até mesmo quando ele está sendo irritante. A química entre o Ouriço e os humanos acontece de forma natural, graças ao espaço dado para mostrar que eles também podem ser humanos  legais. Já o ator Jim Carrey rouba a cena, muitas vezes com seu caricato Dr. Robotnik, e protagoniza algumas das cenas mais engraçadas do filme. Ao contrário do que se esperava, Jim Carrey está perfeitamente encaixado no papel do vilão e aproveita bem seu tempo de tela, pra dar o seu melhor.

O diretor Jeff Fowler cumpriu bem seu dever e o resultado é um filme que apesar de seus contratempos, está sendo capaz de  agradar o público que já conhece Sonic dos games, como também  quem nunca teve contato com ele.

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